A nossa Comunidade é formada por cristãos: homens e mulheres, adultos e jovens, de todas as condições sociais que desejam seguir Jesus Cristo mais de perto e trabalhar com Ele na construção do Reino, e reconheceram na CVX a sua particular vocação na Igreja (PG4)
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12 abril 2020
Páscoa, Aleluia
Com a ressurreição, a vida vence a morte, a mão salvadora do Senhor sustenta-nos e assim podemos cantar o cântico novo dos ressuscitados, o ALELUIA de quem com Cristo venceu a morte e ressuscitou para uma vida nova neste mesmo Cristo.
Unidos no Senhor da Vida Maior,
Santa Páscoa
01 abril 2018
27 março 2016
19 abril 2015
09 abril 2015
06 abril 2015
20 abril 2014
Páscoa
Páscoa é lua cheia, inconsútil, inteira,
Sementeira de luz na nossa eira.
Deixa-a viver, crescer, iluminar.
Afaga-lhe a voz e o olhar.
Não lhe metas pás, não lhe deites cal.
Não lhe faças mal.
Não são notas enlatadas, brasas apagadas.
É música nova, lume vivo e integral.
Não é paragem, mas passagem,
Aragem a ferver e a gravar em ponto Cruz
A mensagem que arde no coração dos dois de Emaús.
A Páscoa é Jesus
D. António Couto
07 abril 2013
Cristo ressuscitou!
Amados irmãos e irmãs
de Roma e do mundo inteiro, boa Páscoa!
Que grande alegria é
para mim poder dar-vos este anúncio: Cristo ressuscitou! Queria que chegasse a
cada casa, a cada família e, especialmente onde há mais sofrimento, aos
hospitais, às prisões...
Sobretudo queria que
chegasse a todos os corações, porque é lá que Deus quer semear esta Boa Nova:
Jesus ressuscitou, uma esperança despertou para ti, já não estás sob o domínio
do pecado, do mal! Venceu o amor, venceu a misericórdia!
Também nós, como as
mulheres discípulas de Jesus que foram ao sepulcro e o encontraram vazio, nos
podemos interrogar que sentido tenha este acontecimento (cf. Lc 24, 4). Que
significa o fato de Jesus ter ressuscitado? Significa que o amor de Deus é mais
forte que o mal e a própria morte; significa que o amor de Deus pode
transformar a nossa vida, fazer florir aquelas parcelas de deserto que ainda
existem no nosso coração.
Este mesmo amor pelo
qual o Filho de Deus Se fez homem e prosseguiu até ao extremo no caminho da
humildade e do dom de Si mesmo, até a morada dos mortos, ao abismo da separação
de Deus, este mesmo amor misericordioso inundou de luz o corpo morto de Jesus e
transfigurou-o, o fez passar à vida eterna. Jesus não voltou à vida que tinha
antes, à vida terrena, mas entrou na vida gloriosa de Deus e o fez com a nossa
humanidade, abrindo-nos um futuro de esperança.
Eis o que é a Páscoa:
é o êxodo, a passagem do homem da escravidão do pecado, do mal, à liberdade do
amor, do bem. Porque Deus é vida, somente vida, e a sua glória é o homem vivo
(cf. Ireneu, Adversus haereses, 4, 20, 5-7).
Amados irmãos e irmãs,
Cristo morreu e ressuscitou de uma vez para sempre e para todos, mas a força da
Ressurreição, esta passagem da escravidão do mal à liberdade do bem, deve
realizar-se em todos os tempos, nos espaços concretos da nossa existência, na
nossa vida de cada dia. Quantos desertos tem o ser humano de atravessar ainda
hoje! Sobretudo o deserto que existe dentro dele, quando falta o amor a Deus e
ao próximo, quando falta a consciência de ser guardião de tudo o que o Criador
nos deu e continua a dar. Mas a misericórdia de Deus pode fazer florir mesmo a
terra mais árida, pode devolver a vida aos ossos ressequidos (cf. Ez 37, 1-14).
Eis, portanto, o
convite que dirijo a todos: acolhamos a graça da Ressurreição de Cristo!
Deixemo-nos renovar pela misericórdia de Deus, deixemo-nos amar por Jesus,
deixemos que a força do seu amor transforme também a nossa vida, tornando-nos
instrumentos desta misericórdia, canais através dos quais Deus possa irrigar a
terra, guardar a criação inteira e fazer florir a justiça e a paz.
E assim, a Jesus
ressuscitado que transforma a morte em vida, peçamos para mudar o ódio em amor,
a vingança em perdão, a guerra em paz. Sim, Cristo é a nossa paz e, por seu
intermédio, imploramos a paz para o mundo inteiro.
Paz para
o Médio Oriente, especialmente entre israelitas e palestinos, que
sentem dificuldade em encontrar a estrada da concórdia, a fim de que retomem,
com coragem e disponibilidade, as negociações para pôr termo a um conflito que
já dura há demasiado tempo. Paz no Iraque, para que cesse definitivamente toda
a violência, e sobretudo para a amada Síria, para a sua população vítima do
conflito e para os numerosos refugiados, que esperam ajuda e conforto. Já foi
derramado tanto sangue… Quantos sofrimentos deverão ainda atravessar antes de
se conseguir encontrar uma solução política para a crise?
Paz para a África,
cenário ainda de sangrentos conflitos: no Mali, para que reencontre unidade e
estabilidade; e na Nigéria, onde infelizmente não cessam os atentados, que
ameaçam gravemente a vida de tantos inocentes, e onde não poucas pessoas,
incluindo crianças, são mantidas como reféns por grupos terroristas. Paz no
leste da República Democrática do Congo e na República Centro-Africana, onde
muitos se veem forçados a deixar as suas casas e vivem ainda no medo.
Paz para a Ásia,
sobretudo na península coreana, para que sejam superadas as divergências e
amadureça um renovado espírito de reconciliação.
Paz para o mundo
inteiro, ainda tão dividido pela ganância de quem procura lucros fáceis, ferido
pelo egoísmo que ameaça a vida humana e a família – um egoísmo que faz
continuar o tráfico de pessoas, a escravatura mais extensa neste século vinte e
um. Paz para todo o mundo dilacerado pela violência ligada ao narcotráfico e
por uma iníqua exploração dos recursos naturais. Paz para esta nossa Terra!
Jesus ressuscitado leve conforto a quem é vítima das calamidades naturais e nos
torne guardiões responsáveis da criação.
Amados irmãos e irmãs,
originários de Roma ou de qualquer parte do mundo, a todos vós que me ouvis,
dirijo este convite do Salmo 117: «Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterno o seu amor. Diga a casa de Israel: É eterno o seu amor»
Mensagem de Páscoa do Papa Francisco
Pintura: Giotto
(postado por Alice Matos)
10 abril 2012
Ressuscitou! O túmulo está vazio....
«No
primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo logo de manhã, ainda
escuro, e viu retirada a pedra que o tapava. Correndo, foi ter com Simão Pedro
e com o outro discípulo, o que Jesus amava, e disse-lhes: «O Senhor foi levado
do túmulo e não sabemos onde o puseram.» Pedro saiu com o outro discípulo e
foram ao túmulo. Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo correu
mais do que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. Inclinou-se para observar
e reparou que os panos de linho estavam espalmados no chão, mas não entrou. Entretanto,
chegou também Simão Pedro, que o seguira. Entrou no túmulo e ficou admirado ao
ver os panos de linho espalmados no chão, ao passo que o lenço que tivera
em volta da cabeça não estava espalmado no chão juntamente com os panos de
linho, mas de outro modo, enrolado noutra posição. Então, entrou também o
outro discípulo, o que tinha chegado primeiro ao túmulo. Viu e começou a crer,
pois ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia
ressuscitar dos mortos. A seguir, os discípulos regressaram a casa.» Jo 20,1-10
Ressuscitou! Não
está aqui! Ide dizer aos irmãos que ele os encontrará na Galileia como
tinha dito.
É este o grande milagre… Jesus Cristo ressuscitou!
Santo Inácio no início de sua oração, rezava assim: “Senhor, que todas as
minhas intenções, ações e operações sejam ordenadas puramente para o serviço e
louvor de sua divina Majestade” (EE 46 ).
Pedir o que
quero: que a ressurreição de Jesus seja uma
verdade-viva e que
a alegria e a força do Ressuscitado me impulsionem
para os irmãos como impulsionaram Maria Madalena e os discípulos...
(postado por Alice Matos)
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