A nossa Comunidade é formada por cristãos: homens e mulheres, adultos e jovens, de todas as condições sociais que desejam seguir Jesus Cristo mais de perto e trabalhar com Ele na construção do Reino, e reconheceram na CVX a sua particular vocação na Igreja (PG4)
18 janeiro 2012
Plano Atividades 2011-2012
Abertura do Ano CVX
25 setembro (dom.)
Eleições para a Equipa Regional
H Residência Jesuítas S.Tiago (Covilhã).
Passeio CVX-BI
22 e 23 outubro (Sáb. e Dom.)
Évora (intercâmbio com Região Além-Tejo)
! Pré-inscrição até 14 outubro (20 euros)
v Deslocação em veículos próprios.
Curso de Animadores
11 a 13 e 25 a 27 novembro
H Fátima. Programa a informar
Ceia de Natal
11 dezembro (dom.)
Eucaristia (16h00)
H Residência Jesuítas (Covilhã)
Encontro DEAA
21 janeiro (sáb.)
H Residência Jesuítas S.Tiago (Covilhã).
Rezar com S. Inácio de Loyola
09 a 11 março (6ªf a dom.)
09 a 11 março (6ªf a dom.)
F Com Pe.Hermínio Vitorino, sj
H Residência Jesuítas S.Tiago (Covilhã).
Dia Mundial CVX
24 março (sáb.)
H Fátima. Programa a informar
Visita da Equipa Nacional
abril - Programa a informar
Encontro de Pentecostes
05 maio (Sáb. 9h30-17h30 )
F Com Pe.Hermínio Rico,sj
H Castelo Branco
Exercícios Espirituais
07 a 10 junho (5ªf 21h a Dom.17h)
F Com Orientador a informar
H Seminário do Tortosendo
5ªCaminhada CVX-BI
8 julho (Dom)
Festa Encerramento 11/12
Celebração de Compromissos CVX-BI
H Programa e local a informar
(postado por Alice Matos)
Os nossos grupos
A Cvx "Grão de Mostarda" de Castelo Branco, com a sua história cheia de beleza e abertura aos outros, foi recentemente renovada e tem também novo Guia.
Dele agora fazem parte: A Amélia Monteiro, Carla Figueiredo, Célia Mateus, Fátima Pires, Isabel Figueiredo e Silva, Sílvia Ribeiro, Sofia Preto, Susana Gonçalves e Isabel Fael (Guia).
(postado por Alice Matos)
(postado por Alice Matos)
24 dezembro 2011
Grande e Linda Noite Silenciosa
No fundo, alertou-nos para a necessidade de, no nosso dia-a-dia, e mais ainda neste tempo natalício, vivermos numa atmosfera espiritual, e criarmos “ilhas de alma, de silêncio”, para estarmos com o Emanuel, O Deus-connosco, o Menino que nos é dado e que nasce para nós (cfr. Is 9,2-7).
Para compreender o Natal é necessário o «silêncio». O estrondo e o caos não nos devem distrair da contemplação do Mistério da Encarnação, pois somos convidados a reviver o nascimento de Jesus num ambiente de «silêncio». Não podemos perder tempo, porque estamos às portas do Presépio, é necessário predispor o coração e o espírito para viver intensamente este grande mistério da fé. Para alcançarmos tal objectivo, temos o exemplo de Maria, Mãe de Jesus, que «nos ajuda a compreender as palavras-chave do mistério do nascimento de seu Filho: humildade, silêncio, espanto, alegria». Maria, indica-nos o valor do silêncio, que sabe escutar a Palavra de Deus, o canto dos anjos e o pranto do Menino…
“A Palavra de Deus fez-se carne e veio morar entre nós” (Jo 1,14) com o Sim de Maria. Primeiro, o silêncio, depois a acção do Espírito e, em seguida, a Palavra. Temos a faculdade de entender os “silêncios bíblicos” quando recebemos a Palavra pelo Espírito: nem tudo compreendemos no momento, mas a contemplação silenciosa é uma forma superior de compreensão, por ser espiritual. Deus pouco Se nos comunica verbalmente, mas, pelo silêncio, faz brotar em nós palavras que de outro modo não teriam nenhum sentido, afirma o teólogo russo Vladimir Lossky (1903-1958). Não é o silêncio pela ausência da palavra, mas a Palavra que brota do silêncio. Nossa Senhora é um exemplo para nós porque, em silêncio, “guardava todas estas coisas, meditando-as em seu coração” (cfr. Lc 2, 15-19).
Vivemos na era dos grandes e sofisticados meios de comunicação, onde a palavra de ordem hoje é comunicar, especular, com o desejo de explicar tudo. As nossas TVs, rádios, internet, jornais, revistas estão cheios de explicações religiosas, algumas simplórias e até contraditórias. Na busca legítima de evangelizar, levar a Boa Nova a todos os ambientes, corre-se o risco de profanar o Sagrado, “espectacularizar” o Mistério. A comunicação religiosa é contemplação, adoração, revelação. A palavra de Deus, o anúncio de Natal é Mistério profundo e não pode ser lançado “na vala comum” do barulho mundano. É para ser mais contemplado, em silêncio, do que demonstrado.
O “silêncio sem voz”, o silêncio entre nós e Deus, o silêncio da Noite de Natal é comunicativo, é revelador, não é gélido de vida solitária. Saber fazer silêncio é também uma arte, uma sabedoria! Fazer silêncio no coração, no seio da família, no trabalho, nas reuniões, nas Igrejas, na Eucaristia, e noutras celebrações… Silêncio para escutar os meus gemidos, sonhos, lamentações, alegrias, vitórias, tristezas;… fazer silêncio para escutar os outros, as as suas partilhas;… fazer silêncio para escutar Deus que, no Seu Filho nasce para mim, que Se quer dar, comunicar a mim mesmo, quer ser acolhido e habitar no mais íntimo do meu ser!
Há segredos que só no silêncio nos são revelados. Hoje, temos a tentação de mostrar tudo, explicar tudo, de “esmiuçar”, de ficarmos obcecados e paralisados pelo stress e “ruído da vida” e da sociedade, e assim destruímos a possibilidade do encanto e do espanto diante do Mistério, correndo o risco de perder o pudor do silêncio. E perdemos tudo, pois não ouviremos os anjos cantando e não iremos a Belém, a ver o Menino que nasceu!
Natal é tempo de silenciar! Mas é um silêncio especial, porque nasce o nosso Salvador, Jesus Cristo, Senhor! Em silêncio, diante do Presépio, contemplemos o Menino que nos é dado por Deus que “amou e ama tanto o mundo, que nos deu o Seu próprio Filho”.
P. Hermínio Vitorino, sj.
(postado por Alice Matos)
P. Hermínio Vitorino, sj.
(postado por Alice Matos)
17 dezembro 2011
Não pode ser só isto
O Natal do comércio chega de um dia para outro.
Fácil, tilintante, confuso, pré-fabricado.
É um Natal visual. Um amontoado de símbolos.
Um ar do tempo. Dentro de nós, porém, sabemos que não é assim. Para ser verdade, o Natal não pode ser só isto.
Não pode servir apenas para uma emoção social, para um corrupio de compensações, compras e trocas. Para ser verdade,
o Natal tem de ser fundo, pessoal, despojado, interpelador, silencioso, solidário, espiritual.
Acorda em nós, Senhor, o desejo de um Natal autêntico.
É um Natal visual. Um amontoado de símbolos.
Um ar do tempo. Dentro de nós, porém, sabemos que não é assim. Para ser verdade, o Natal não pode ser só isto.
Não pode servir apenas para uma emoção social, para um corrupio de compensações, compras e trocas. Para ser verdade,
o Natal tem de ser fundo, pessoal, despojado, interpelador, silencioso, solidário, espiritual.
Acorda em nós, Senhor, o desejo de um Natal autêntico.
P. José Tolentino Mendonça
03 dezembro 2011
Advento - Estamos de esperanças...
Sano di Pietro
Três figuras para o nosso presépio
A gruta escura, lugar do nascimento. No Natal de 1223, Francisco de Assis quis reproduzir, na localidade de Greccio, a gruta de Belém. Deveria haver uma manjedoura. Também uma vaca e um burro. Convidou os habitantes da terra e das redondezas para que viessem, na noite de Natal, ao lugar do nascimento. As suas tochas e velas haveriam de iluminar o escuro. E os cantos haveriam de romper o frio. Nessa noite de profunda alegria, Francisco queria ver com os próprios olhos como teria sido o nascimento do menino Jesus. Numa gruta queria contemplar a vinda do Verbo de Deus na nossa carne. No lugar de refúgio para quem não tem lugar, “il poverello” queria tocar a fragilidade e a força do nascimento do Salvador, d’Aquele que faz seus os lugares humanos mais corrompidos, os mais feridos, os mais incapazes.
Hoje, tal como a Francisco, esta mesma noite restitui-nos o olhar: podemos continuar a contemplar como em todas as grutas humanas, em todos esses lugares de escuridão e de morte, a vida divina continua a brilhar. E como faz nascer o canto. No lugar das nossas mortes, acontece o momento humano mais luminoso: o nascimento de um menino. Um nascimento absolve-nos da morte e restitui-nos à vida. No nascimento de Deus, renascemos.
Maria, a grávida de esperanças, está para dar à luz. Ponhamos nesta gruta uma mulher grávida, porque é grávida que Maria medita todas as coisas em seu coração. Deixada só pelo anjo da anunciação, reconhece que tudo tem o seu tempo. A sua gravidez também. Um longo tempo é necessário.
“Está de esperanças”, dizemos de uma mulher que espera bebé. Maria está para gerar na carne Aquele que é desejado há tanto tempo. Haverá sabedoria maior que a de acompanhar a gravidez das biografias e dos tempos? Tudo o que somos tem necessidade de uma longa gestação. Leva tempo a gerar o que devemos fazer nascer: uma criança, um livro, uma decisão de vida, uma vida inteira. Quanta história e quantas histórias foram precisas para que o Filho encarnasse no ventre de Maria? Quantas para que fosse dado à luz? E quanta história e histórias para que S. João chegasse a dizer que Deus é amor? Um corpo de menino, uma frase tão curta, mas uma longuíssima e dramática gestação. Muito tempo foi preciso para dizer tanto e tão sobriamente. E mais tempo precisamos ainda para que este mistério nos faça viver na Sua luz.
José, o homem bom que, no sonho, entrevê o mistério. Ao lado, talvez um pouco retirado, ponhamos José. Enquanto Maria medita, ele sonha. É no sonho que ouve. É no sonho que compreende e decide. “Não temas”. E José deixa de temer. Toma Maria consigo. Bastar-lhe-á dispor as coisas ao Mistério. Entra nele como quem fica de fora. Respeita-o como quem está dentro. O que se passa no ventre de Maria e o que se passará na gruta do nascimento não poderia acontecer sem o seu sonho, a sua presença, a sua distância. José acompanha. E basta-lhe. Tão ajustado, a sua justiça comove-nos.
Peguemos, então, com José numa candeia acesa e iluminemos a escuridão da gruta. Aproximemos os animais para que tudo fique mais aconchegado. Preparemos os cânticos. Maria está grávida. Em breve dará à luz. O seu menino, o Filho, nos será dado, Ele, a nossa luz e a nossa paz.
A Igreja que hoje refaz e se refaz no presépio. Amo muito a nossa expressão “dar à luz”. São palavras que colocam o nascimento sob o registo da dádiva e da claridade. Vimos à vida como quem é oferecido à luz. É verdade que, e não podemos esquecê-lo, o nascimento é também expulsão, obrigatoriedade de nascer. Finda a gestação, não podemos não nascer. No drama e na dor do parto, somos, por isso, impostos à vida. Nascimento, dom e imposição. Tudo já dado como um dom. Tudo ainda por fazer como um dever.
Hoje, imagino a Igreja como um presépio – lugar humano onde, em palavras e gestos, em arte e pensamento, se dá e se acompanha a gestação deste difícil milagre que é a vida. Uma gruta, talvez pouco digna, mas já com uma história extraordinária de dois milénios, onde cada um pode tomar o lugar que mais lhe convém. No centro, o Santíssimo exposto na nossa carne, no pão dos nossos sacrifícios e no vinho das nossas alegrias. Em redor, os anjos que cantam em todas as línguas. De joelhos, como Maria e José, com pastores e com magos, nós que O adoramos como nosso Senhor.
P. José Frazão, s.j.
29 novembro 2011
Equipa Regional
A Beira Interior realizou as suas eleições no dia 25 de Setembro, altura em que também foi celebrada a abertura de um novo ano de actividades. As eleições tiveram lugar na Covilhã, na paróquia de S. Pedro, onde foi celebrada a missa de envio da nova equipa pelo assistente regional, o P.e Hermínio Vitorino. Para além deste fazem agora parte da equipa regional a Susel Fonseca, a Carla Figueiredo, a Sívia Almeida e o Paulo Fael.
Oração de Acção de Graças
Deixo que a respiração profunda do meu ser me reconduza
ao silêncio interior...
Fecho os olhos...
Escuto e vejo com o coração...
Pressinto os Teus passos...
Sei que vens sentar-Te aqui a meu lado.
Sei que vens continuamente ao meu encontro.
Coloco-me diante de Ti, Meu Deus...
A Tua Palavra interpela-me no início de mais um ano CVX...
E eu, não posso senão dar-Te graças,
porque só Tu tens palavras vivas e eficazes,
capazes de recriar os meus recomeços e de entusiasmar o meu caminho.
Escuto o Teu convite: “Filho, vai hoje trabalhar na vinha!”
E eu, que tantas vezes me empenho mais em fazer coisas
do que em fazer aquilo que Tu qüeres,
eu não posso senão dar-Te graças,
porque, ainda assim,
Tu chamas-me a trabalhar na expressão terrena do Teu Reino, a Igreja.
Saboreio a partilha deste Teu convite alargado
Com os amigos e companheiros de Comunidade de Vida Cristã,
e não posso senão dar-Te graças,
porque, apesar das nossas fragilidades, medos e infidelidades,
desejamos hoje, este ano, na nossa vida,
fazer a Tua Vontade, com obediência, alegria e simplicidade.
Graças Te damos Senhor, porque ao Teu apelo para
“trabalhar na vinha”
Queremos responder SIM.
Um sim que não seja apenas pura formalidade.
Antes um sim transformante e incarnado.
Um sim “opção integral de vida”
Um sim “pão repartido que se dá”...
Um sim “vinho novo da alegria”.
Paula Rabaça CVX - 5ª. Semana
Deixo que a respiração profunda do meu ser me reconduza
ao silêncio interior...
Fecho os olhos...
Escuto e vejo com o coração...
Pressinto os Teus passos...
Sei que vens sentar-Te aqui a meu lado.
Sei que vens continuamente ao meu encontro.
Coloco-me diante de Ti, Meu Deus...
A Tua Palavra interpela-me no início de mais um ano CVX...
E eu, não posso senão dar-Te graças,
porque só Tu tens palavras vivas e eficazes,
capazes de recriar os meus recomeços e de entusiasmar o meu caminho.
Escuto o Teu convite: “Filho, vai hoje trabalhar na vinha!”
E eu, que tantas vezes me empenho mais em fazer coisas
do que em fazer aquilo que Tu qüeres,
eu não posso senão dar-Te graças,
porque, ainda assim,
Tu chamas-me a trabalhar na expressão terrena do Teu Reino, a Igreja.
Saboreio a partilha deste Teu convite alargado
Com os amigos e companheiros de Comunidade de Vida Cristã,
e não posso senão dar-Te graças,
porque, apesar das nossas fragilidades, medos e infidelidades,
desejamos hoje, este ano, na nossa vida,
fazer a Tua Vontade, com obediência, alegria e simplicidade.
Graças Te damos Senhor, porque ao Teu apelo para
“trabalhar na vinha”
Queremos responder SIM.
Um sim que não seja apenas pura formalidade.
Antes um sim transformante e incarnado.
Um sim “opção integral de vida”
Um sim “pão repartido que se dá”...
Um sim “vinho novo da alegria”.
Paula Rabaça CVX - 5ª. Semana
14 agosto 2011
... ainda o Encerramento 2010_2011... e COMPROMISSOS
Acção de graças, compromisso, esperança, comunhão fraterna e partilha... fazem parte das melhores palavras para descrever a Festa de Encerramento do Ano CVX (2010-2011), decorrida no passado dia 2 de Julho, no Seminário do Verbo Divino (Tortosendo).
A CVX da Beira Interior reuniu-se para dar graças ao Senhor pelo caminho feito durante este ano, pelas actividades realizadas e pelos pequenos e grandes passos que fomos dando, individualmente e em comunidade, no sentido de "tornar melhor o mundo, mais renovado e mais cheio do Espírito Santo" de acordo com o Reino já inaugurado por Jesus.
Em clima de alegria e esperança, a Comunidade de Vida Cristã testemunhou o compromisso temporário feito por três dos seus elementos, os quais manifestaram, publicamente, a sua opção pela CVX como modo específico de ser e estar em Igreja.
Seguiu-se um almoço partilhado sob as frondosas árvores do jardim, saboreado entre amenas conversas e deliciosos momentos de convívio e animação.
Apenas uma leve brisa soprava...
Talvez o sopro do Espírito Santo, suave e promissor!"
Paula Rabaça (5ªSemana)
28 julho 2011
Ir para Férias
O tempo de férias é para todos um tempo muito esperado e programado com muita antecedência e ansiedade. Para onde vamos? Quando e como vamos? Praia, viagens, aventura …enfim uma série de questões que nos ajudam a perspectivar as férias. Há no entanto uma pergunta que deveria ser colocada em primeiro lugar: as minhas férias são para quê?
A resposta certamente inclui diferentes e oportunos propósitos como o descanso, a oportunidade de viajar, conhecer novos locais, sair das rotinas habituais, e inúmeras outras hipóteses. Contudo seria importante incluir nesta lista de desejos e expectativas a necessidade de aproveitar o tempo de férias para o ENCONTRO…
Antes de mais o encontro connosco próprios. No dia a dia são poucos os que conseguem criar as condições para se conhecerem melhor, as suas angústias, os seus medos, as suas alegrias … as suas razões. A vida vai correndo e a maioria dos sentimentos não são devidamente discernidos! É necessário aproveitar as férias como tempo de paragem e de sossego para melhorarmos neste aspecto.
Por outro lado o reencontrar da nossa realidade implica um encontro inevitável com Deus. As preocupações, a agitação, o cansaço, a televisão e outros bens aparentes são em geral suficientes para nos afastar de Deus. “Hoje estou tão cansado! Agora não tenho tempo! Eu gostava, mas este trabalho é muito importante!”, são expressões bondosas normalmente usadas porque queremos correr atrás do que é “urgente” e não ver a urgência do que é essencial. Se o nosso carro ou o avião não têm lugar para Deus é porque na planificação das férias Ele não foi considerado, “a agenda do dia” fica de repente completa e as férias podem resumir-se a dias de aparente descanso. “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e aliviar-vos-ei” (Mt 11, 28), este convite de Jesus certamente que constitui motivo de espanto para as agências de viagem. Como é possível prometer o descanso e a paz sem termas, sem praia, sem casinos, sem viagens, sem comida, sem bebida e só com uma condição “vinde a mim”? Obviamente que não é necessário abdicar dos programas de férias mas seria importante aproveitar este tempo para experimentar a paz e o descanso oferecidos por Jesus, e assim revitalizar a nossa relação com Deus.
Outro encontro para o qual a relação com Deus nos encaminha é também o encontro com os outros. Agendar nas nossas férias tempo para estar, dialogar, conviver e servir é também um esforço que devemos procurar fazer, até porque muitas vezes e por razões já apontadas, as nossas relações humanas, mesmo as familiares, resumem-se apenas a troca de palavras, a troca de interesses, a troca de gestos, sem compromisso, sem verdadeira afectividade e sem empenho no futuro da relações.
Assim, as férias são um tempo privilegiado para fazer os encontros essenciais da nossa vida, e certamente que no final sentir-nos-emos mais serenos, mais tranquilos e melhor preparados para um novo ano de trabalho.
VOTOS DE BOAS E….. MELHORES FÉRIAS PARA TODOS !
Ana Teresa (5ªSemana)
25 junho 2011
Encerramento 2010/2011 + Compromissos Temporários
Olá a todos !
É já no próximo Sábado (2 Julho) a Festa de Encerramento 2010/2011.
Será também o dia da realização de 3 compromissos temporários na nossa comunidade, nomeadamente: Isabel Silva (Grão de Mostarda), Paula Rabaça (5ªSemana) e Susana Gonçalves (Grão de Mostarda).
É por isso um dia importante para a nossa comunidade: dar graças por todo o bem recebido ao longo do ano e dar graças por estas nossas amigas que reafirmam publicamente o seu empenho em reconhecer a CVX como caminho especifico a ser vivido na Igreja.
Por isso o convite a estar presente é especial e forte!
Que todos desejem e coloquem os meios necessários para estar presentes!
Deixemos que o Espírito Santo nos fale de modo particular pela participação neste dia de Comunhão!
São também bem-vindos Familiares e Amigos.
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