A nossa Comunidade é formada por cristãos: homens e mulheres, adultos e jovens, de todas as condições sociais que desejam seguir Jesus Cristo mais de perto e trabalhar com Ele na construção do Reino, e reconheceram na CVX a sua particular vocação na Igreja (PG4)

04 agosto 2013

Caro amigos da CVX. BI


Estamos em tempos de Férias, (para a maioria de nós) e escrevo-vos estas breves palavras!

Antes de mais, desejo a todos umas Boas Férias repousadas, não esquecendo a oração, a proximidade e companhia de Deus, que, como diz Santo Inácio, "habita, trabalha em nós..." continuamente. "Tudo vem d'Ele".
Rezemos todos pela eleição de 50% da Equipa Regional CVX.BI, que terá lugar a meados de Setembro, aquando do arranque do novo Ano CVX 2013 – 2014, no dia 15 de Setembro (domingo), às 16 horas em S. Tiago.
Nenhum de nós se pode e deve colocar fora deste processo e dinâmica da nossa Região. Todos estamos incluídos e fazemos parte da CVX.BI. Há muitos modos de participar e de colaborar: ora rezando uns pelos outros, ora discernindo bem e colocando-me ao serviço da equipa Regional, caso seja chamado a essa missão, etc... A CVX é de todos e para todos! 
Faço votos para que o Espírito Santo inspire a todos, e cada um possa perceber qual é a vontade de Deus, a seu respeito, neste momento da vida da CVX.BI e não só!

Todos nós temos bastante trabalho mas cada um, diante de Deus, fará a sua reflexão e Deus lhe mostrará o Seu caminho. Para tal é necessário disponibilidade, liberdade interior, despojamento de si mesmo, desejo de servir mais e melhor...
Esta é uma oportunidade para colocarmos em acção "os instrumentos do Exame de Consciência e, principalmente, do Discernimento", tão próprios da Espiritualidade Inaciana.

É já tempo para começarmos a agradecer à Susel e à Carla (pois são elas as duas terminam em Setembro a sua missão ao serviço da Região B.I) toda a sua dedicação e generosidade durante os últimos 4 anos. UM BEM-HAJA!

Um abraço e até breve!
BOAS FÉRIAS.

P. Hermínio Vitorino, sj


(fotos da Caminhada CVX)






(fotos da Caminhada CVX)



(postado por Alice Matos)

30 julho 2013

CVX 2012/2013… um ano para agradecer.


A CVX-BI reuniu-se no passado dia 6 Julho para encerramento das actividades 2012/2013.
Foi um regresso ao Covão D’Ametade, local de excelência na serra, principalmente nestes dias quentes de verão. As multifacetadas sombras, o espaço generoso, o ambiente fresco e acima de tudo o enquadramento paisagístico fazem realmente deste covão um lugar muito adequado para quem pretende dar graças pelo dons e todos os bens recebidos em CVX ao longo do ano…. É no recolhimento, no sossego, em contacto com a natureza, que o Senhor nos convida a escutá-Lo e a permanecer com Ele: "Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos. E eu vos aliviarei." (Mt 11, 28-30)
Estiveram todas as comunidades representadas: “Os Profissionais”, “Grão de mostarda”, “5ªsemana” e “Maranathá”, e praticamente todas as crianças da CVX-BI marcaram a sua presença, o que de certa maneira conferiu àquele dia uma dinâmica especial de festa, alegria e movimento, próprio destas idades.

Fomos chegando ao Covão… diferentes comunidades, diferentes caminhadas, diferentes missões, e até em ritmos diferentes. Mas todos partilhando uma missão comum, decorrente muito mais da comunhão do modo de proceder e de estilo de vida do que de uniformidades externas (Guião de compromisso, pp.10-11). Na verdade, é nestes grandes encontros de reunião da comunidade CVX que fica mais claro que a missão a que somos chamados é muito mais a atitude e o desejo de procurar continuamente a vontade de Deus na continua construção do reino, do que propriamente o serviço que é realizado nesses propósitos. Por isso mesmo é que a nossa comunidade é um estilo de vida cristã (in Carisma CVX).

Antes do almoço partilhado, o assistente regional Pe. Hermínio Vitorino celebrou connosco a eucaristia. “Louvai o Senhor, porque Ele é bom” (Sl134) foi o refrão do salmo que pudemos ouvir, rezar e escutar. E realmente num encontro de fim de ano, o primeiro olhar terá que ser necessariamente um olhar de agradecimento e de louvor por o Senhor continuar a ser bom connosco, pelo Senhor continuar a amar-nos, pelo Senhor ter continuado a apostar em cada um de nós, e de modo especial na CVX. Esta atitude de louvor e agradecimento a Deus perante tantos dons e graças constitui como se sabe a primeira etapa do exame de consciência, instrumento de tão agrado de St. Inácio (EE43), e tão recomendado à CVX. Esse agradecimento é tanto maior quanto mais reconhecermos que não é tanto pelo nosso mérito, valor ou capacidade, mas é expressão gratuita deste Deus-Amor. Aliás não seria difícil enumerar tantas situações de infidelidade, de faltas de amor ao outro, de esquecimento… que tivemos ao longo deste ano. Porém o Senhor, mesmo nessas circunstâncias, não nos abandona, inclusive faz uso delas para nos ajudar, para nos orientar, para Se revelar. Um pouco à semelhança do que fez com Jacob, mesmo quando este se disfarçou do seu irmão Esaú para ter a bênção do seu pai Isaac (Gen 27, 1-5), como ouvimos na celebração da palavra. Este abraçar da realidade, este encarnar para salvar, este nunca desistir, este renovar contínuo são por demais razões de agradecimento que consequentemente nos conduzem à tríplice interrogação pessoal “o que tenho feito por Cristo, o que faço por Cristo, o que devo fazer por Cristo” (EE53). A CVX deve ser continuamente confrontada por este colóquio, porque em última análise é do discernimento pessoal e comunitário que a CVX confirma o seu carisma e o seu estilo de vida.  

É neste discernimento, de quem pretende “em tudo amar e servir, que os nomeados pelas comunidades da CVX-BI às próximas eleições devem procurar comprometer-se. A nossa oração e comunhão deve ir nesse sentido, tal como foi apresentado ao Senhor na eucaristia celebrada. Este pode ser um dos nossos modos comuns de viver a CVX neste tempo de pausa e de férias: rezarmos, confiarmos e pedirmos para que os nomeados se deixem abrir à graça do Senhor para melhor estarem ao Seu serviço e em Seu louvor. 
Que seja tudo para a maior glória de Deus!

Rui Brás






















(postado por Alice Matos)

07 abril 2013

Cristo ressuscitou!



Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro, boa Páscoa!

Que grande alegria é para mim poder dar-vos este anúncio: Cristo ressuscitou! Queria que chegasse a cada casa, a cada família e, especialmente onde há mais sofrimento, aos hospitais, às prisões...
Sobretudo queria que chegasse a todos os corações, porque é lá que Deus quer semear esta Boa Nova: Jesus ressuscitou, uma esperança despertou para ti, já não estás sob o domínio do pecado, do mal! Venceu o amor, venceu a misericórdia!
Também nós, como as mulheres discípulas de Jesus que foram ao sepulcro e o encontraram vazio, nos podemos interrogar que sentido tenha este acontecimento (cf. Lc 24, 4). Que significa o fato de Jesus ter ressuscitado? Significa que o amor de Deus é mais forte que o mal e a própria morte; significa que o amor de Deus pode transformar a nossa vida, fazer florir aquelas parcelas de deserto que ainda existem no nosso coração.
Este mesmo amor pelo qual o Filho de Deus Se fez homem e prosseguiu até ao extremo no caminho da humildade e do dom de Si mesmo, até a morada dos mortos, ao abismo da separação de Deus, este mesmo amor misericordioso inundou de luz o corpo morto de Jesus e transfigurou-o, o fez passar à vida eterna. Jesus não voltou à vida que tinha antes, à vida terrena, mas entrou na vida gloriosa de Deus e o fez com a nossa humanidade, abrindo-nos um futuro de esperança.
Eis o que é a Páscoa: é o êxodo, a passagem do homem da escravidão do pecado, do mal, à liberdade do amor, do bem. Porque Deus é vida, somente vida, e a sua glória é o homem vivo (cf. Ireneu, Adversus haereses, 4, 20, 5-7).
Amados irmãos e irmãs, Cristo morreu e ressuscitou de uma vez para sempre e para todos, mas a força da Ressurreição, esta passagem da escravidão do mal à liberdade do bem, deve realizar-se em todos os tempos, nos espaços concretos da nossa existência, na nossa vida de cada dia. Quantos desertos tem o ser humano de atravessar ainda hoje! Sobretudo o deserto que existe dentro dele, quando falta o amor a Deus e ao próximo, quando falta a consciência de ser guardião de tudo o que o Criador nos deu e continua a dar. Mas a misericórdia de Deus pode fazer florir mesmo a terra mais árida, pode devolver a vida aos ossos ressequidos (cf. Ez 37, 1-14).
Eis, portanto, o convite que dirijo a todos: acolhamos a graça da Ressurreição de Cristo! Deixemo-nos renovar pela misericórdia de Deus, deixemo-nos amar por Jesus, deixemos que a força do seu amor transforme também a nossa vida, tornando-nos instrumentos desta misericórdia, canais através dos quais Deus possa irrigar a terra, guardar a criação inteira e fazer florir a justiça e a paz.
E assim, a Jesus ressuscitado que transforma a morte em vida, peçamos para mudar o ódio em amor, a vingança em perdão, a guerra em paz. Sim, Cristo é a nossa paz e, por seu intermédio, imploramos a paz para o mundo inteiro.
Paz para o Médio Oriente, especialmente entre israelitas e palestinos, que sentem dificuldade em encontrar a estrada da concórdia, a fim de que retomem, com coragem e disponibilidade, as negociações para pôr termo a um conflito que já dura há demasiado tempo. Paz no Iraque, para que cesse definitivamente toda a violência, e sobretudo para a amada Síria, para a sua população vítima do conflito e para os numerosos refugiados, que esperam ajuda e conforto. Já foi derramado tanto sangue… Quantos sofrimentos deverão ainda atravessar antes de se conseguir encontrar uma solução política para a crise?
Paz para a África, cenário ainda de sangrentos conflitos: no Mali, para que reencontre unidade e estabilidade; e na Nigéria, onde infelizmente não cessam os atentados, que ameaçam gravemente a vida de tantos inocentes, e onde não poucas pessoas, incluindo crianças, são mantidas como reféns por grupos terroristas. Paz no leste da República Democrática do Congo e na República Centro-Africana, onde muitos se veem forçados a deixar as suas casas e vivem ainda no medo.
Paz para a Ásia, sobretudo na península coreana, para que sejam superadas as divergências e amadureça um renovado espírito de reconciliação.
Paz para o mundo inteiro, ainda tão dividido pela ganância de quem procura lucros fáceis, ferido pelo egoísmo que ameaça a vida humana e a família – um egoísmo que faz continuar o tráfico de pessoas, a escravatura mais extensa neste século vinte e um. Paz para todo o mundo dilacerado pela violência ligada ao narcotráfico e por uma iníqua exploração dos recursos naturais. Paz para esta nossa Terra! Jesus ressuscitado leve conforto a quem é vítima das calamidades naturais e nos torne guardiões responsáveis da criação.
Amados irmãos e irmãs, originários de Roma ou de qualquer parte do mundo, a todos vós que me ouvis, dirijo este convite do Salmo 117: «Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterno o seu amor. Diga a casa de Israel: É eterno o seu amor»

Mensagem de Páscoa do Papa Francisco

Pintura: Giotto

(postado por Alice Matos)

17 março 2013

Quaresma - a mulher adúltera e os seus acusadores


S. João (7,53-8,11) narra-nos o bem conhecido encontro de Jesus com a mulher adúltera e os seus acusadores. De tão sugestiva, sigo de perto a leitura que S. Gaburro, faz deste relato, interessado, como ele, em colher o timbre e a modelação da voz de Jesus como lugar de revelação da verdade de Deus e da nossa própria existência. Aqui, o conteúdo não seria acolhido sem a forma, neste caso, sem o modo de dizer e a sonoridade, precisamente porque esta forma é já o conteúdo. A graça que salva assume o timbre de uma voz que toca afectivamente, a eloquência de um gesto que justifica a vida, a autenticidade de uma presença que restitui cada um à verdade do que é. E, aí, em verdade, está Deus que salva-guarda e regenera a vida.

Jesus está sentado a ensinar. A sua voz en-sina, assinala precisamente porque imprime um sinal. Mas eis que Jesus se cala e, em silêncio, deixa espaço para que outras palavras se possam dizer e outras vozes se façam ouvir. Porém, as que chegam agora são de acusação e de julgamento. São ditas sobre uma mulher apanhada em flagrante adultério, exposta na impúdica praça de todos os olhares. Num triste espectáculo público, circundam-na inúmeros dedos apontados, num rebuliço acusatório insuportável. «De um lado, o vociferar agressivo, do outro, o silêncio de Jesus. As vozes que se levantam trazem a ironia (“Mestre”), o veredicto já dado (“Moisés mandou-nos lapidar mulheres como esta”) e a armadilha (“Tu, o que dizes?”)». A esta provocação, «Jesus responde em silêncio com o gesto de se curvar e de marcar a terra com o dedo» . Eis, então, que, vinda do seio do silêncio, sensível e reflexivo, a voz de Jesus re-nasce. «O burburinho das vozes encontra atento o ouvido de Jesus, mas, sobretudo, o seu sentir, o horizonte com o qual ele está diante da vida», pre-sentindo o que cada um sente. «Os tons, os timbres, a raiva, a vontade de juízo sumário encontram hospitalidade e pro-vocam a sua voz». Então, levantando a cabeça e rompendo o silêncio, Jesus diz: «O impecável de entre vós seja o primeiro a atirar sobre ela uma pedra» (v.7). É «uma voz que dis-trai, no sentido em que, com força, faz sair os seus interlocutores do ciclo vicioso» de um esquema exclusivamente processual e jurídico. Poderia uma vida humana caber nesse procedimento sumário? Poderia a verdade de Deus e a sua justiça esgotar-se nessa ânsia de punição? Que satisfação seria dada ao criador a aniquilação tão violenta de uma sua criatura? «Com uma delicadeza inaudita, a voz passa pelas fendas da consciência». Con-vocado, Jesus con-voca. Pro-vocado, Jesus pro-voca. Da «selva das vociferações mortíferas», nasce a «voz que quer a vida». Dada a palavra ao excesso de sentido que faltava acolher, Jesus curva-se, de novo. Quanta eloquência podemos colher neste gesto silencioso de se curvar, depois de dizer palavras tão elementares. Capaz de recordar o essencial e, assim, de interpelar, Jesus faz regressar o silêncio. Calam-se as vozes venenosas e mortais. Baixam-se os dedos da acusação legal. Caem por terra as pedras prontas a ferir, até à morte, em nome de um Deus que não se liga de afecto. A autoridade e a modelação da voz parecem bastar para que Jesus revele quem é, de onde vem e para onde aponta, revelando, ao mesmo tempo, a ambiguidade violenta das vozes acusadoras e da sua religião, uma religião que não liga, só separa. Tudo foi atravessado e ferido – o ouvido, as mãos, a consciência, o coração, o passado, o presente, o futuro. Cada um é restituído a si mesmo, como se ressoasse, novamente, essa pergunta das origens: «Onde estás?» (Gn 3,9). Um a um, partem de regresso à casa da própria realidade – seja essa grande ou miserável, graciosa ou desgraçada, é sempre daí que deverá partir quem desejar avançar. Vão, agora, em silêncio, para que o sentido que ecoa na voz escutada possa ressoar no íntimo da alma e, assim, faça nascer de novo.

Entretanto, Jesus ficou sozinho, com a mulher. Colhendo a densidade do momento, disse tão bem o poeta D. Faria. «Não turbam a água dos meus olhos/ As pedras que me atiram sobre o corpo// As tuas mãos vazias este muro/ Branco me doem muito mais» .  A verdade de um e de outro encontram-se face a face. Deus ali tão perto, na voz e no gesto deste homem de Nazaré. Quadro extraordinário e comovente. Eis a forma do encontro entre o Filho eterno e a história ambígua de uma filha. Eis a força da graça que salva a vida. Esta vida. Esta mulher. Porque Deus não Se dá em abstracto, por uma humanidade indistinta, sem rostos e as suas rugas nem biografias e as suas ambiguidades. «Mulher, onde estão? Ninguém te condenou?» (v.10). «Ninguém, Senhor». «Também eu não te condeno». «Vai». «Daqui em diante, não voltes a pecar» (v.11). «A voz de Jesus tem o poder de restituir à mulher a sua própria voz, aquela que os acusadores lhe tinham roubado» . Jesus dá a palavra, cede o lugar, abre espaço. «Mulher!». A origem é recordada como promessa. O horizonte é reaberto como possibilidade de feliz reconhecimento. À vida é restituída a sua bênção originária. Pela voz e pelo silêncio, pelos gestos elementares e pela força da presença, tão íntegra, tão humana, «Jesus atravessa esta página como um fenómeno pneumático, alimento do Espírito criador, fenómeno musical que liberta, num único som, notas divinas e notas humanas» .  Na força e na delicadeza deste encontro humano, pressentimos um Deus que crê em cada homem e em cada mulher, que se compraz e se alegra com o seu nascimento e o seu contínuo recomeço – Deus em contínuo acto de geração Ele que vive eternamente dando a vida. Salvaguarda o desejo visceral de confiança que se dá e se recebe no espaço vital do mútuo reconhecimento. Reconhecer-se reconhecido num encontro humanamente conseguido diz o mistério de Deus e o segredo mais intimo que mantém em vida cada vida que a este mundo venha e a Deus se dirija.


P. José Frazão Correia, sj
A dádiva de si narrada em Jesus.
Revelação de Deus e plenitude humana


(postado por Alice Matos)

16 fevereiro 2013

Quaresma - Começou a jornada


Começou a jornada...
uma viagem de quarenta dias ...

Para trás ficaram os preparativos para uma longa caminhada,
o que é preciso levar, mas principalmente o que é preciso deixar...
Porque uma caminhada não se faz carregado,
muito menos quando se vai para o território da luta.

Já passou o tempo da azáfama, dos sonhos esperançados pela chegada da Hora
e o que outrora parecia distante, está a fazer-se agora.
É tempo de Parar. 
Hora está próxima...

Hoje é o primeiro dia,
a ansiedade, o entusiasmo e o Espírito encarregaram-se de não nos deixar dormir.

Esboçamos o primeiro Agradecimento
- já com os pés no caminho -
... este tempo vai ser de fazer Memória Agradecida da História do que nos trouxe até aqui.

Pela frente temos um Caminho de quarenta dias cheios de sinais,
- que requerem de nós um olhar atento e uma vontade disponível -
e também de preparativos…

Effatha! Abre-te!
É tempo de abrir os olhos, os ouvidos, a mente, a boca... 
e começar a experimentar e saborear tudo de maneira nova,
como quem se prepara para Nascer de novo...

...e fazer Caminho que nos levará ao Amor Primeiro,
         até à Páscoa.

Leve adaptação


(postado por Alice Matos)